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SERÁ QUE... O WORKMOTOR TEM LOJA VIRTUAL?


Publicado quarta-feira, 3 de outubro de 2018 10:53:14


 

Disponibilizamos mais um vídeo do quadro “Será que?” no nosso canal no YouTube.

Nesse vídeo falaremos sobre a loja virtual do WorkMotor.

 

 

 

 

Lojas Virtuais

Como o crescimento e a popularização da internet aliada com um mundo em que não dispomos de muito tempo livre surgiu as Compras Online (E-commerce) que agilizou o processo a comercialização de mercadorias e até serviços. Isso vem encurtando distâncias e promovendo um livre comércio além de facilitar a divulgação dos estabelecimentos.

Quem nunca ouviu falar sobre e-commerce? Esse termo ganha cada vez mais espaço no mercado, mas nem todos sabem a definição correta.

É comum pensarem que qualquer forma de vendas pela internet seja um e-commerce, de uma forma geral até podemos dizer que se trata de comércio eletrônico, ou seja, de uma loja virtual. Mas existem características específicas para definir cada tido de comércio. É o caso do marketplace, que funciona como um shopping virtual, onde várias lojas vendem produtos no mesmo lugar, diferentemente do e-commerce.

E-commerce
 Um e-commerce só pode receber esse nome quando ele traz os produtos de uma única empresa,   seja um fabricante ou revendedor, em uma plataforma virtual própria. Além disso, não há um   intermediário no processo de venda.

 O e-commerce digitaliza dois processos básicos: a venda e o atendimento ao cliente.

 A partir desse trabalho, ele também abre as portas para outras automações, como marketing,   controle de finanças e estoque.

 

Dessa forma, ele facilita e agiliza o trabalho de gestão em muitas frentes. Por outro lado, também tem como efeito o maior peso estratégico em relação a logística.

 

 

Como surgiu o e-commerce

Em 1979, Michael Aldrich, renomado empreendedor e executivo do ramo de TI, apresentou um projeto que permitia fazer compras online através de uma televisão modificada, que ele chamou de Videotex.

Esse precursor do e-commerce foi chamado de teleshopping. Porém, apesar do nome, não confunda com aquela prática de ver os produtos na televisão e ligar para comprar! Esse estilo “Polishop” de negócios é chamado de telesales.

Dois anos depois, o primeiro sistema online B2B foi instalado. Ele foi utilizado pela empresa Thomson Holidays UK, do ramo de turismo.

Embora o sistema de compra e venda pela internet tenha sido implementado em 1981, foi apenas em 1995 que a empresa lançou seu primeiro website.

Ou seja, nessa época, os dois elementos não estavam necessariamente associados, como acontece hoje em dia.

Além disso, o acesso aos sistemas online ainda era muito restrito. Por isso, somente empresas utilizavam.

A primeira pessoa no mundo a fazer uma compra pela internet a partir de sua própria casa foi a usuária Jane Snowball, em Junho de 1984.

Em 1990, tivemos o histórico lançamento do primeiro buscador da web, o WorldWideWeb, criado por Tim Berners-Lee. Nesse momento, navegar na internet tornou-se uma atividade mais simples e acessível para os usuários comuns, em suas casas.

A partir de então, a evolução das compras online acelerou. Em 1992, foi criado o primeiro website comercial, que vendia livros online e processava os pagamentos com cartão de crédito.

Em 1995, foram fundadas as gigantes Amazon e eBay. Em 1999, foi estabelecido o grupo Alibaba, na China.

Hoje em dia a maior parte da empresas que comercializam produtos e serviços, além de ter a loja física têm investido também em lojas online.

 

Carrinho de Compras

O shopping cart - carrinho de compras, é o sistema da loja online. O software de carrinho de compras é um sistema  informatizado usado para permitir que consumidores adquiram produtos e serviços e integre todos os aspectos do e- Commerce num só dispositivo. O abandono de carrinho é aquela situação em que o usuário coloca itens no carrinho virtual  mas não finaliza a compra. Muitos fatores podem acarretar nessa desistência, como o custo final do frete ou o tempo de  entrega.

A grande maioria dos e-commerces tem maneiras de, automaticamente, enviar um lembrete ao usuário que  abandonou o  carrinho.

 

 

Tipos de e-commerce

E-commerce B2B x E-commerce B2C

 O e-commerce B2B - Business to Business (Empresa para Empresa), é utilizado por empresas cujos   principais clientes são outras empresas. Em geral, ele dedica-se a vender maquinários ou matérias   primas, embora também possa vender produtos acabados.

 O e-commerce B2C - Business to Client (Empresa para Cliente), é utilizado por empresas que   vendem diretamente ao consumidor final.  Não existem limites para os tipos de produtos que   podem ser vendidos nessa categoria: móveis, roupas, medicamentos, eletrônicos,  alimentos,   serviços.

 

 

E-commerce Atacadista x E-commerce Varejista

O e-commerce atacadista trabalha com venda em grandes quantidades. A principal implicação desta categoria é na logística de entrega. Devido ao volume, é preciso contar com bons parceiros para o transporte. Já o varejista não tem regras quanto a quantidades.

 

E-commerce de produtos físicos x E-commerce de produtos digitais

Em geral, quando pensamos em e-commerce, imediatamente lembramos de produtos físicos. Não existe muito a explicar aqui, já que estamos acostumados com essa categoria. Porém, ela se torna muito mais interessante quando comparamos a um e-commerce de produtos digitais.

O e-commerce de produtos digitais é aquele que vende ou aluga, essencialmente, conteúdo e informação. Estamos falando de filmes digitais, e-books, cursos à distância, softwares ou games, por exemplo.

Em comparação com o e-commerce de produtos físicos, essa categoria supera muitos problemas. Estoque e logística, por exemplo, são completamente eliminados do fluxo de trabalho. Não há limites para o quanto você pode vender e não existe “entrega”, no sentido formal.

 

Vantagens

Algumas empresas adotam apenas um ponto de venda sendo geralmente o seu próprio site. Com isso,  muitas delas não tem despesas de estabelecimento físico, como por exemplo: aluguel, IPTU, manutenção de  infra -estrutura e entre outras.

Com a diminuição do custo é possível baratear o preço final do seu produto, sem contar a disponibilidade  de informação ao comprador sobre o produto em qualquer lugar e a todo o momento.

 

Desvantagens

O consumidor tem dificuldade em avaliar o produto em decorrência de não poder experimentar, sentir ou tocá-lo, gerando um sentimento de insegurança e receios no momento da compra.

Por se tratar de um ambiente livre onde qualquer pessoa pode se passar por outra, os consumidores hesitam na hora da compra com medo da disponibilização de informações, como por exemplo: senha de cartão crédito ou débito, endereço, CPF, RG e entre outros que possam ser utilizados de forma indevida.

 

 

É fato que mesmo com os contras, as empresas têm investido e inovado amplamente nesse segmento. Para a maioria dos consumidores a facilidade de comparação de preço, variedades de produtos que estão disponíveis a qualquer momento sobrepõe a se deslocar para uma loja física.

Pra quem está pensando em investir em e-commerce a princípio deve avaliar o mercado de comercio eletrônico em uma perspectiva mais ampla. Os números apresentam um crescimento evolutivo desse mercado, porém é necessário que se faça uma relação de custo e lucratividade.  Investir em sistemas tecnológicos requer um custo alto para as empresas manterem em pleno funcionamento. Assim sendo fundamental para o administrador analisar as perdas e ganhos.

 

 

 

Fontes
https://marketingdeconteudo.com/e-commerce-guia/
http://www.gestordeconteudos.com/tabid/3850/Default.aspx
http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/e-commerce-vantagens-e-desvantagens/100697/

 

 


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